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MEDICAMENTOS GRATUITOS PARA PORTADORES DO MAL DE PARKINSON


Projeto de lei apresentado na Assembleia pelo deputado Ozório Juvenil garante a aquisição gratuita de medicamentos para o tratamento do mal de Parkinson.

Essa é uma doença neurológica que afeta os movimentos, causando tremores no corpo, lentidão nos movimentos, rigidez muscular e desequilíbrio, além de alterações na fala e na escrita.

A progressão do Mal é muito variável e desigual entre pacientes e precisa de acompanhamento médico , além do uso permanente de medicamentos. O Parkinson afeta, principalmente, o cérebro. E é um dos principais distúrbios nervosos da terceira idade.

Não há formas de prevenir o Parkinson. A doença ocorre com a morte de células nervosas do cérebro que produzem a dopamina, responsável pelo envio correto das mensagens do cérebro ao resto do corpo. A causa exata do desgaste destas células do cérebro é desconhecida. Se não tratado, o Mal de Parkinson piora até o doente se tornar completamente inválido, podendo, inclusive, levar à deterioração de todas as funções cerebrais e à morte prematura.

Com o Projeto, o deputado quer resolver a necessidade de milhares de pessoas portadoras dessa enfermidade no Pará. São doentes que não possuem recursos financeiros para a aquisição de medicamentos específicos necessários para amenizar o sofrimento imposto pela doença. Para ser beneficiado pelo Projeto, porém, a pessoa precisa comprovar ser portador da doença por meio de laudo médico especifico expedido após exame feito em uma unidade da rede pública de saúde.

CUSTO DA DOENÇA - Ainda não existe cura conhecida para o Parkinson. Embora, alguns cientistas afirmam estarmos muito perto dela ser descoberta. Os medicamentos ajudam a amenizar alguns problemas com os tremores e melhora dos movimentos, aumentando a quantidade de dopamina no cérebro. No entanto, com o desenvolvimento da doença, os benefícios dos medicamentos tendem a diminuir, embora possam ser razoavelmente controlados em boa parte dos casos.

Entre os principais medicamentos para o controle da doença estão: Carbidopa-levodopa (pode custar até R$82,00); Bromocriptina ( custo médio de R$87,00); Pramipexol (varia de R$77,75 a R$94,80); Biperideno (preço entre R$26,50 a R$33,56); Amantadina (preço médio de R$ 20,00 a R$13,50); entre outros.

Hoje o tratamento busca, basicamente, controlar os sintomas, na maior parte com o uso de medicamentos. Com menor frequência, em alguns casos há necessidade de uma cirurgia para pacientes com Parkinson severo e que já não respondam a muitos medicamentos. É necessário esclarecer que essas cirurgias não curam o Parkinson. Mas, ajudam alguns pacientes a controlar os sintomas.

SINTOMAS - Os sinais de que a pessoas está desenvolvendo o Mal de Parkinson, no início, costumam ser pequenos. Mas, por se tratar de uma doença progressiva, com o tempo eles tendem a se agravar surgindo complicações mais sérias.

Entre os sintomas estão a diminuição ou desaparecimento de movimentos automáticos (como piscar); perda de memória.; comstipação; dores musculares (mialgia); babar; dificuldade de engolir; falta de expressão no rosto; tremores (com o tempo, pode ser visto na cabeça, nos lábios e nos pés); confusão; demência; alucinações; depressão; desmaios; entre outros.

Ainda não existem exames disponíveis para diagnosticar o Parkinson. Geralmente, o neurologista diagnostica a doença com base no histórico médico do paciente junto a análise de sinais e/ou sintomas, além de exames neurológicos e físicos.

Acesso o projeto na íntegra: Projeto de Lei Nº 150/2016 - Tratamento de Mal de Parkinson


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